
Na cinzenta monotonia da minha vida de adulto lembrei-me das vivas cores dos anos da infância. Voltei atrás, deixei iludir-me pelas reminiscências. E eis que ingressei na cinzenta monotonia dos dias e das semanas de criança. Nada lucrei, mas perdi o tempero da resignação (KORCZAK, 1981, p. 152).
Friday, May 30, 2008
Domingos e Feriados...

Tuesday, May 27, 2008
Aprendizagem
Neste módulo foram discutidos os dez princípios da aprendizagem, que podem ser considerados centrais no processo de ensino e aprendizagem, são elas:
1) A história particular do aluno deve ser considerada no processo de ensino.
Nossos alunos são pessoas muito diferentes, suas histórias de vida são únicas e expressam sua maneira de ser e viver. Precisamos estar atentos a estas necessidades para elaboração do nosso Plano de Aula.
2) O autoconceito do aluno influi em sua capacidade de aprender. O autoconceito (imagem que o aluno tem de si mesmo) está diretamente ligado à motivação para a aprendizagem.
3) A aprendizagem deve ser significativa, isto é, ser relevante para a vida do aluno e articular-se com seus conhecimentos prévios.
4) Aprender motiva mais quando o aluno já tem alguma idéia do que está sendo ensinado e foi informado sobre como novos conhecimentos podem fazer sentido em sua vida.
5) Elogios são uma arma poderosa para promover a aprendizagem dos alunos.
6) A aprendizagem vivenciada é duradoura.
7) As aprendizagens precisam se repetir para serem dominadas, mas a repetição deve ser de forma interessante.
8) A aprendizagem é mais sólida quando se conhecem os erros cometidos.
9) Diferentes abordagens podem ser empregadas no desenvolvimento dos conteúdos, de maneira a atender à forma como o aluno aprende.
10) “Aprender a aprender” é fundamental para que o aluno conquiste autonomia para continuar aprendendo.
Friday, May 16, 2008
Plano Individual
CONSULTORIA PARA EDUCAÇÃO DE QUALIDADE
PRÉ-REQUISITO PARA A IMPLANTAÇÃO DO PROGRAMA
A implantação do programa demanda uma profunda mudança cultural, que exige liderança e persistência por parte da Direção da Escola, bem como grande habilidade para promover o envolvimento de toda a Comunidade Escolar, através de uma gestão participativa, para se atingir os resultados.
Para que esta metodologia de gestão seja gradativamente implementada na Escola, é imprescindível criar uma Comissão Representativa da Escola, capaz de mobilizar e envolver todos os componentes da Comunidade Escolar.
Etapas para Implantação do Programa
1ª ETAPA: Comissão Representativa da Escola
Educadores
CPM
Equipe Diretiva
2ª ETAPA: Definir missão, visão e valores
MISSÃO: É a razão de existir da instituição no seu negócio – A EDUCAÇÃO
VISÃO: Guia o caminho para o futuro, fonte inspiradora, apoio para a tomada de decisões.
VALORES: São balizamentos para o comportamento da Escola no cumprimento de sua missão.
Normas, regras, princípios, crenças, política, filosofia e etc.
3ª ETAPA: Diagnóstico
Observação
Pesquisa
Questionário
Entrevista
Um bom diagnóstico inicial permitirá discernir as etapas e providências necessárias para atingir a meta desejada pela Escola.
Thursday, May 01, 2008
Museu Afro Brasil
Sunday, April 27, 2008
"O pianista"
O ser humano mata por prazer e destrói sem piedade o ambiente em que vive. Estas atitudes demonstram a falta de um sentimento de pertencimento a um grupo, seja ele de seres humanos, animais ou da própria natureza. Muitas pessoas praticam ações isoladas, justificando tal atitude como inevitável e necessária.
Monday, April 14, 2008
Paulo Freire
Paulo Freire nos apresenta uma Teoria do Conhecimento, baseada numa antropologia, foi inventada/construída a partir de uma visão de mundo e de uma visão de ser humano.
Paulo Freire elaborou três momentos para trabalhar sua teoria:
1º) Investigação temática:
Descobrir na criança, no jovem ou adulto aquilo que ele já sabe.
2º) Momento de tematização:
Significado destas palavras e temas geradores. Esta tarefa precisa ser interativa entre educador e educando.
3º) Problematização:
Descobrir o significado daquele conhecimento para minha vida e para vida de todos. Conscientização ou Problematização – esta etapa leva ao engajamento ao compromisso. Conforme Gadotti, ao longo de sua vida Paulo Freire utilizou outros termos em suas obras e com a leitura de toda sua obra o Instituto Paulo Freire apresenta desta forma os três momentos descritos por ele:
1º Leitura de Mundo:
Serve para me aproximar do mundo e retirar deste mundo lido os elementos que servem para minha vida e a vida dos outros. Antes de conhecer eu sou curioso, o interesse precede o conhecimento, esse pensamento é orientado pela curiosidade epistemológica descrita por Habermas (interesse precede o conhecimento). Por que o ser humano aprende? Aprende por curiosidade... o ser humano é um ser curioso. Paulo Freire partia das necessidades populares, a partir daí eu construo o conhecimento.
2º Compartilhar o mundo lido:
Não há conhecimento válido se não for compartilhado com o outro. Exige-se o diálogo. A validade do meu conhecimento é dado socialmente, quando compartilho e construo o conhecimento com os outros.
3º Reconstrução do mundo lido:
Se eu leio o mundo, compartilho o mundo lido então agora juntos vamos reconstruir o mundo.
Para Paulo Freire (1998), a essência do neoliberalismo é fazer com que a gente deixe de sonhar. Freire tinha um compromisso com a ética e uma utopia por um mundo possível. Tinha uma crença de que é possível mudar o mundo.
“Educadores e educandos não podemos, na verdade, escapar à rigorosidade ética” (1998,p.16).
A escola, segundo Freire, ensina para e com a cidadania. Acredita no cidadão pleno e na Escola autônoma.
Nesta palestra Gadotti explica que sempre procurou a melhor definição para Educação, anotou inúmeras durante sua docência, “e a melhor definição é do Paulo”:
“Educar-se é impregnar (encharcar) de sentido cada ato cotidiano”.
Nesta concepção como Freire via o conhecimento:
1º) Nós só aprendemos quando aquilo que aprendemos tem significado para nós. O ser humano aprende ao longo de toda vida, somos seres inacabados e por isso aprendemos sempre. Nessa perspectiva não há tempo próprio para aprender; Como é que o ser humano aprende? O ser humano aprende por sucessivas aproximações do objeto. Ele continua sempre como ser aprendente, por que o objeto está sempre revelando coisas novas.
2º) Aprender não é só acumular conhecimentos, pois as informações envelhecem rapidamente;
3º)O importante neste processo é aprender a pensar e pensar sobre a realidade;
4º) É sempre possível aprender, mas é um sujeito que aprende, não é um coletivo que aprende. Nós aprendemos em contato com o outro. A teoria de Freire é a teoria do respeito ao outro. É importante respeitar a identidade do outro. O conhecimento é dialógico (não é só histórico, epistemológico e lógico). A dialética é revolucionária e questionadora. A contradição se dá quando existe diálogo. Sua teoria é a teoria do diálogo e do respeito ao outro.
O aprendiz é um sujeito e tem que ser respeitado na sua própria identidade. É preciso que o sujeito aprendiz tenha uma identidade.
5º) Só aprendemos quando aquilo que aprendemos faz parte da nossa própria vida, pois educar é impregnar de sentido a nossa vida. O educando precisa descobrir o sentido daquele conhecimento para sua vida.
O educador nesta teoria é o profissional que orienta que constrói sentido, um animador e um organizador da aprendizagem. Para Freire (1998) o aluno precisa ter autonomia intelectual e para isso é necessário que consiga andar com as próprias pernas. O aluno como protagonista. Quem constrói o conhecimento é o educando não é o educador. O educador incentiva coordena, ajuda e testemunha sobre a importância do conhecimento. Possuía uma visão emancipadora do conhecimento.
Gadotti encerra sua palestra dizendo que o sistema educacional é arcaico, burocrático e hierarquizado. Não incita as pessoas para o aprendizado. Em sua opinião “a escola deveria ser uma coisa prazerosa”.
Este texto será utilizado na Reunião Pedagógica dos professores da E.E.E.M. Dr. Genésio Pires para complementar os estudos já iniciados neste mês (abril) com relação ao PPP (Projeto Político Pedagógico) proposto no Plano Individual.
Saturday, April 05, 2008
Ciências

Até a próxima! Rosária
Friday, March 28, 2008
Análise do Portfólio Final e Análise Comparativa
Esta foto é da Banda da E.E.E. M. Dr. Genésio Pires que representa a concretização de um sonho em 2007. Acredito que os relatos e atividades selecionadas revelam momentos intensos de pesquisa, leitura, releitura, escrita e reescrita. Relendo meu portifólio percebi que minhas principais vivências, dificuldades e aprendizagens foram contempladas. As disciplinas deste semestre (2/2007) exigiram mais sensibilidade e subjetividade desta aluna aprendiz.
Quanto às apresentações do meu grupo, coordenado pela professora Beatriz Magdalena, foram muito semelhantes. As colegas trouxeram materiais referentes às suas práticas de sala de aula com seus alunos. Muitas apresentaram trabalhos da disciplina de teatro, inclusive na minha apresentação mostrei fotos do nosso espetáculo que teve como título: "Choco encontra uma mamãe"! Expliquei que esta atividade envolveu toda Comunidade Escolar e foi elaborada a partir das experiências e leituras realizadas na disciplina de teatro e educação, sendo escolhida pelo seu significado para todos os envolvidos no processo. Na escola observamos que esta atividade proporcionou maior contato entre os professores e uma maior aproximação entre alunos e professores. E a partir desta experiência foram realizadas algumas atividades na escola envolvendo professores de diferentes áreas.
Lembro que uma colega trouxe alguns trabalhos de seus alunos em artes e apresentou sua atividade através do retroprojetor. É possível perceber através das atividades selecionadas, um grande entusiasmo das colegas em trazer para o grupo suas percepções e vivências do cotidiano, transformadas através de suas aprendizagens no curso. Esta perfeita sintonia entre teoria e prática é que nos permite uma imediata transformação na nossa prática pedagógica, esse diferencial proporciona um maior interesse e empenho do grupo em participar e realizar todas as atividades. Esta idéia ficou muito clara no dia das nossas apresentações, pelo entusiasmo e alegria de todos ao concluir nossos relatos. Neste curso de pedagogia, mesmo a distância, percebemos a presença das professoras e colegas e a todo o momento somos motivados a aplicar a teoria aprendida na nossa prática na sala de aula. Este semestre como já havia escrito, foi muito importante por todas as dificuldades enfrentadas tanto com o curso, quanto com o cargo que atualmente exerço.
Penso que as diferenças estão em nossas trajetórias, somos pessoas diferentes, com diferentes concepções e aprendizagens, nossas histórias de vida podem em algum momento serem parecidas, mas nunca iguais. Acredito que nossos conceitos do que é “ser professor” também diferem de acordo com nossos paradigmas, mesmo assim, é possível registrar que nosso grupo apresenta grande “motivação” e vontade de “fazer diferente”, este é o caminho em busca de uma possível “fórmula” de como ensinar nossos alunos a “aprender a aprender”.
Quanto à forma de apresentação do meu portifólio, acredito que naquele momento, aquelas atividades e experiências sintetizam minhas dificuldades e aprendizagens durante o semestre, neste documento o mais difícil foi sintetizar e privilegiar apenas algumas atividades e aprendizagens. Para qualificar meu portifólio deste ano pretendo utilizar mais a fotografia e documentar as atividades realizadas aqui na escola.
Wednesday, March 12, 2008
O Recomeço...
Retornei das minhas maravilhosas férias na praia, no final de janeiro, como estou na direção tenho somente um mês de férias. No início foi muito difícil, queria ficar em casa com minha família ou voltar para praia. Tantos problemas na escola para resolver... Falta de vagas, pinturas e reformas, matrículas... Papéis e mais papéis... A impressão que tenho é que só no final de março conseguirei colocar tudo em ordem.
O melhor de nossa profissão é retornar e rever os amigos... Os alunos e nossa comunidade. Sentir-se acolhido!!!
Mas, mesmo assim, é difícil recomeçar...

Sunday, January 13, 2008
Férias
Monday, December 24, 2007
Começar... Recomeçar!!!
O mundo é tão vasto?
Começarei pelo meu país,
Que é o que conheço melhor.
Mas meu país, porém, é tão grande.
Seria melhor começar por minha cidade.
Mas minha cidade é tão grande.
Seria melhor começar com a minha rua.
Não, minha casa.
Não, minha família.
Não importa, começarei comigo mesmo (Wiesel, 1979, p. 108).
Começar ou Recomeçar é sempre uma tarefa difícil, pressupõe uma ampla reflexão sobre nossas leituras, releituras e aprendizagens. Neste ano, muitos foram os desafios e acredito que inúmeras mudanças ocorreram em todos nós. Difícil pontuar esses momentos e essas transformações...
Através da nossa convivência percebi que mesmo com a falta de tempo é possível interagir, cooperar e colaborar com os colegas mesmo a distância.
Este semestre está sendo muito difícil, pois as atividades e elaboração do PORTIFÓLIO DE APRENDIZAGENS coincidiu com o final de ano. E na minha escola, as cobranças aumentaram, assim como, os compromissos, reuniões, formaturas, situações novas que apresentaram inúmeros desafios...
Sei que, neste mês, estive ausente do ambiente ROODA e das interações da turma, mas mesmo com todas as adversidades, acredito que tenha sido um semestre de intenso trabalho, interação e conhecimento. Este semestre além de ter proporcionado muitos desafios, motivou ainda mais nosso grupo do PEAD. Foram muitas atividades em grupo, com diferentes formações. Nosso grupo de LITERATURA, por exemplo, se encontrou no DC Navegantes para elaborar nossa apresentação, foi um momento muito descontraído e proveitoso. Conheci pessoas novas e me aproximei mais do grupo, me senti mais acolhida. As disciplinas deste semestre se completam e nos oferecem muitas possibilidades... As dificuldades enfrentadas no início do caminho foram substituídas por uma grande satisfação em concluir mais este percurso. Como estou atualmente fora da sala de aula, acredito que as mudanças ocorridas são notórias no meu cotidiano profissional, no relacionamento com os colegas e alunos.
Friday, December 07, 2007
FÓRUM DOS SONHOS
Wednesday, November 21, 2007
Contação de Histórias
Nossa atividade de segunda-feira (19/11) no Pólo de alvorada foi excelente. Adorei participar da "Contação de histórias" com meu grupo: Aline, Carla (representada pela Selva), Glauber, Inês Cristina, Neusa e Eu. Adorei nosso trabalho, estou apaixonada pela "contação de histórias". Pretendo elaborar e incentivar meus colegas para “hora do conto” aqui na escola. Quem sabe mudamos algumas práticas.
Como já relatei na atividade do Bloco 5, estou atualmente exercendo minhas atividades no Setor, mesmo assim auxilio minhas colegas com suas atividades em sala de aula. A seguir, apresento algumas situações vividas neste semestre que contribuíram para ampliar nossos conhecimentos, motivar nossas crianças e que deram suporte para construção do meu Inventário Criativo da disciplina de Teatro. No dia 9 de outubro, os professores e professoras das séries iniciais do Ensino Fundamental das escolas estaduais foram convidados pela 28ª CRE (Coordenadoria de Educação) para participar do curso de Formação “Nas trilhas da Alfabetização: a literatura entra em cena”, promovido pela Coordenadoria e a Fundação Bradesco. Após as boas vindas às professoras do 2º ano da Fundação Bradesco apresentaram a Hora do conto: “Dona Baratinha” de Ana Maria Machado. Foi muito interessante as professoras estavam caracterizadas e participaram do teatro. Durante a apresentação nosso grupo decidiu fazer a nossa peça de teatro para a Gincana da nossa escola. Nós escolhemos o Livro do GEEMPA para alfabetização: "Choco encontra uma mamãe[1]" de Keiko Kasza.
Além da hora do conto achei muito interessante a palestra com a Professora Mara Jardim... Poesia e contos: pontos e contrapontos. Nesta palestra a professora afirma com entusiasmo que a criança é um ser poético. A poesia nasce e se desenvolve com a criança. A educação poética da criança inicia-se no útero. As cantigas de ninar acalmam o nenê por que possuem o ritmo das batidas do coração que ele estava acostumado dentro do útero materno.
Na nossa escola a hora do conto é realizada por uma mãe voluntária que trabalha na Biblioteca à tarde. Neste ano nenhuma professora pode assumir a Biblioteca na Rede Estadual, a prioridade era suprir as carências da Sala de aula, somente algumas escolas possuem este setor funcionando. É uma lástima, pois apesar das mães voluntárias o uso da Biblioteca está precário e poucos professores estão utilizando este espaço.
A professora do Pré e 1º ano tem em sua rotina outros momentos de leitura na sala de aula, pois trabalha manhã e tarde no mesmo ambiente e pode transformá-lo em um lugar acolhedor e organizado, com uma estante de livros infantis. Foi nesta sala que encontrei o livro da Cinderela, pois na Biblioteca da escola não havia nenhum exemplar.
Mesmo não estando na sala de aula, acredito que essas leituras e discussões que já ocorreram em nossa turma do PEAD e aqui na escola revelaram um mundo de idéias e expectativas para o futuro. A leitura deste texto, por exemplo, faz crescer dentro do meu ser mil idéias de como auxiliar minhas colegas na sala de aula. Para começar já marcamos uma reunião do currículo sobre estas questões relativas aos contos de fadas.
Referências
MACHADO, Ana Maria. Encantos para sempre.
[1] Este livro é utilizado pelas turmas de 1º ano do ensino Fundamental de 9 anos, o método utilizado é do GEEMPA (Grupo de estudos sobre Educação, Metodologia de Pesquisa e Ação). Nossa intenção é motivar as crianças para leitura dos livros infantis. Através da dramatização tornamos os personagens da história reais e próximos estimulando o trabalho com o livro de atividades.
Wednesday, November 14, 2007
RELATOS DE EXPERIÊNCIAS
É um projeto colaborativo com amigos virtuais de Cataguases MG, Belo Horizonte MG e Joinville SC. Os alunos realizaram uma pesquisa na escola e em casa com relação às eleições. Assistiram aos horários políticos e fizeram anotações, comparações e entrevistas com pessoas da família. Na sala de aula foram promovidos debates, pesquisas em livros, revistas e internet. Depois destas pesquisas publicaram comentários acerca dos diversos assuntos relacionados com a eleição e publicaram no blog. A seguir os alunos tiveram oportunidade de publicar comentários acerca das publicações dos colegas de intercâmbio e das escolas que participam do projeto.
Este projeto foi organizado e implementado pelas Professoras de Informática Pedagógica:
Andréa Toledo: Instituto Francisca de Souza Peixoto – Cataguases, MGRogéria Garonce: Colégio Santo Antônio - Belo Horizonte, MGGládis Leal dos Santos : CAIC Prof. Mariano Costa – Joinville, SCO projeto Eleições Cidadãs está sendo desenvolvido com as crianças que estudam no Instituto Francisca de Sousa Peixoto em Cataguases, MG, no Caic Mariano Costa em Joinville, SC e colégio Santo Antônio em Belo Horizonte, MG. O projeto acontece em sua maioria em ambiente virtual através de escrita colaborativa no Blog.
Conforme as autoras o conceito de cidadania só tem sentido como testemunho e prática de conhecimentos que levam à ação. Os alunos precisam participar de discussões políticas e de conhecer e compreender seus direitos desde crianças. Nossa obrigação enquanto educadores é formarmos cidadãos conscientes do seu papel na sociedade e comprometidos com a transformação de nosso país. Precisamos aprender a escolher nossos governantes, a sermos críticos e respeitarmos as opiniões. Através da construção do blog colaborativo os alunos puderam vivenciar: “noções de cidadania e respeito à opinião do outro e a consciência de seu papel na sociedade”.
Envolver a família na construção deste conhecimento permite o crescimento de todos os envolvidos no processo. A escola funciona como um grande polvo mobilizando seus tentáculos e disseminando seu conhecimento pela comunidade. Cumprindo desta forma seu papel social de formadora de opiniões e de sujeitos críticos e conscientes de suas potencialidades, conhecedores de seus direitos e responsabilidades.
Monday, November 12, 2007
Visita a 6ª BIENAL DO MERCOSUL
Öyvind Fahlström (1928 – 1976): A exposição Mapas vai trazer 19 gravuras do artista plástico, poeta, jornalista, dramaturgo, crítico, cineasta e ativista que foi referencial no cenário artístico mundial dos anos 60. A participação na Bienal será a primeira apresentação no Brasil do trabalho deste que foi o único brasileiro homenageado com exposições monográficas no Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA), no Centre Georges Pompidou, Paris, e na Moderna Museet de Estocolmo. Fahlström nasceu em São Paulo, Brasil, em 28 de dezembro de 1928. Passou sua infância em São Paulo, Niterói e Rio de Janeiro e foi educado em português e inglês na Escola Britânica de São Paulo. Aos dez anos de idade foi passar o verão na Suécia, mas, um mês após sua chegada em Estocolmo, a Alemanha invadiu a Polônia. Impedido de viajar devido à eclosão da 2ª Guerra Mundial permaneceu na cidade, tendo cursado história da arte na Universidade de Estocolmo. Mesmo tendo nascido em nosso país preferiu viver fora para que um número cada vez maior de pessoas conhecesse sua obra. Preocupado com as questões políticas preferiu defender suas idéias através da reprodução de suas obras. Para aproximar as pessoas e divulgar seus trabalhos fez montagens com quebra-cabeça e peças de lego. Assim o público poderia interagir com sua obra. Atualmente suas obras não podem ser fotografadas e reproduzidas, sendo esta uma exigência de sua viúva.
No Roteiro 1, visitamos a Mostra Monográfica de Jorge Macchi, no Santander Cultural. Nasceu em Buenos Aires, Argentina, em 1963, sua obra nos apresenta inúmeros questionamentos sobre a finitude do ser e as possibilidades do efêmero. A cidade, o cotidiano, a violência e o destino são temas das criações do artista que trabalha em diversas mídias, incluindo instalações, pinturas, vídeos e fotografias. É uma obra simples que apresenta imagens e sons, que representam nossas angústias e preocupações cotidianas. A impressão que ficou de sua obra é de uma intensa energia – ao contrário das palavras que são evidenciadas em algumas montagens - como, por exemplo, sangue e morte. Percebe-se um grande pulsar de vida, sua obra é permeada de sentimentos e realismo, considero que sua temática e linguagem é a que mais se aproxima das manifestações dos jovens de nossas escolas. O charme de seu trabalho reside na re-contextualização de elementos cotidianos em pequena escala, mas com grande intensidade. Ele permeia sua produção por uma abordagem sutil de questões políticas e de como as informações veiculadas pelos jornais servem para construção de novos significados e narrativas.
Durante toda visita observei que os três artistas, cada um com sua leitura de vida, estavam preocupados com questões, históricas, políticas, econômicas sociais e ambientais. Nas montagens de FAHLSTRÖM é possível observar palavras e imagens relativas à água, desmatamento e poluição. MACCHI nos apresenta uma obra muito interessante realizada diretamente sobre a parede, que será destruída após o encerramento da BIENAL, onde o artista utiliza barro retirado da Praça da Alfândega.
Monday, November 05, 2007
Iberê Camargo

"Minha gravura e minha pintura sempre caminharam de forma paralela. Nem podia ser desligada. Porque eu sempre pinto o agora. Mas como não sou um saco vazio, esse agora tem muita coisa dentro, que vem à tona, que participa do hoje. Quando eu pinto o agora, estou pintando o ontem e já abrindo espaço para o futuro. É por isso que eu digo que ninguém pode caminhar sem colocar um passo na frente e outro atrás. Esse negócio de caminhar pulando não dá. Por isso que esse desejo de ruptura com as coisas é como querer tirar uma perna. Vai caminhar pulando como um sapo?"
Friday, October 26, 2007
Desafios
- Mamãe, Mamãe! Preciso de uma mamãe!
A senhora Urso sensibilizada conversa com Choco e pergunta como ele acha que reconheceria sua mãe. Choco diz que sua mamãe o abraçaria, beijaria e cantaria uma canção. Então a Senhora Urso abraçou, beijou, cantou e dançou com Choco. Assim Choco encontra uma família e recebe todo carinho de uma mãe de verdade. Seus irmãos são um hipopótamo (Hipo), um jacaré (Coco) e o porquinho (Porqui). Quando se encontram todos dançam felizes e comem uma deliciosa torta de maçã. Choco se sentiu muito feliz porque sua mãe o acolheu como aos outros filhos.
Para montagem da peça os professores serão divididos em grupos: personagens, criação de máscaras e roupas, diálogos ,confeccção do cenário, equipe de apoio e montagem.
Os objetivos são:
- Escrever, organizar e apresentar uma peça.
- Motivar os alunos e alunas para leitura de histórias infantis e dramatização destes textos.
Este livro é utilizado pelas turmas de 1º ano do Ensino Fundamental de 9 anos, o método utilizado é do GEEMPA (Grupo de estudos sobre Educação, Metodologia de Pesquisa e Ação). Nossa intenção é motivar as crianças para leitura dos livros infantis e da compreensão destas histórias. Através da dramatização tornamos os personagens da história reais e próximos estimulando o trabalho com o livro de atividades.
Ocorre um enriquecimento de experiências mútuas, tanto para alunos, como para pais e professores. Todos crescem e aprendem juntos. Foi muito emocionante participar da peça e perceber as carinhas de alegria ao reconhecerem seus professores no palco. É uma experiência maravilhosa.
Tuesday, October 23, 2007
Reflexões
Saturday, October 13, 2007
Escrita Coletiva
E uma conclusão se impõe, de ordem prática: importa escrever para buscar o que ler; importa ler para reescrever o que se escreveu e o que se leu. Antes o escrever, depois o ler para o reescrever. Isso é procurar; é aprender: atos em que o homem se recria de contínuo, sem se repetir. Isso é pesquisar (MARQUES, 1997, p. 90).
Referências
MARQUES, Mário Osório. Escrever é preciso: o princípio da pesquisa. Ijuí: UNIJUÍ, 1997.

